Die Kolonie Santo Ângelo Zeitung
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Autor: William Werlang
Locução: Janice Hermes
O Jornal da Colônia Santo Ângelo
Membros da Família Fiss da Colônia Santo Ângelo
A Comunidade Evangélica da Picada do Rio (II)
Segundo Brauer, naquela época mencionava-se no Livro de Atas da Comunidade de Agudo, ex-Colônia Santo Ângelo, que os membros da Comunidade de Agudo, Picada do Rio e “Margem Direita do Rio Jacuí (pela primeira vez citado na história de Agudo) só poderiam ser associados à Comunidade na qual eles moravam.
Quando a Comunidade Evangélica Santo Ângelo trouxe o seu primeiro Pastor este também atendeu a exigente comunidade da Picada do Rio.
No mesmo local foram realizadas todo tipo de festividades, no local que se tornara famoso pela prosperidade e riqueza que os colonos ostentavam.
Em meados da década de 1880, o Barão von Kahlden se referia à região da Picada do Rio. como um local onde vertia da terra o ouro amarelo, ou seja, a produção do arroz da várzea do rio Jacuí.
Esta produção era pequena mas rendia o suficiente para exportação rio abaixo para Cachoeira do Sul e Porto Alegre.
Quando começaram a chegar as primeiras máquinas a vapor para puxar a água do rio à região teve um salto enorme em progresso e em aumento da produção.
Entre os membros da nova Comunidade Evangélica da Picada do Rio, estava o colono Augusto Wilke, que residia no lote colonial número 24. Augusto Wilke, natural Gross Schwarzsee, Neustettin, Pomerânia, havia embarcado em Hamburgo com mulher e 2 filhos no Brigue Guilhermina e chegados ao Brasil no dia 2 de novembro de 1857. Havia trazido junto à matriarca da família, viúva com 76 anos de idade.
Augusto Wilke, um homem extremamente evangélico e pietista havia decididamente desejado uma comunidade unida da Comunidade Evangélica. Era um assíduo frequentador dos cultos do Pastor Johannes Tüsmann.