Die Kolonie Santo Ângelo Zeitung
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Autor: William Werlang
Locução: Janice Hermes
O Jornal da Colônia Santo Ângelo
Membros da Família Fiss da Colônia Santo Ângelo
A família de Augusto Pötter
A nova comunidade formada imediatamente procurou encontrar um bom amparo espiritual.
A família de Augusto Rohde, de Hundskpof, Kreis Dramburg, Pomerânia, havia trazido junto um pequeno livrinho de meditações que estava em conexão com as folhas dominicais, e hinários.
No ano de 1860, a comunidade escolheu o velho moinho de Augusto Pötter para a realização dos primeiros cultos. Augusto Pötter, natural de Sorenbohn, havia inicialmente sido instalado na Linha Teutônia, mas o local não lhe havia agradado muito.
O colono Johann Schneider havia construído um pequeno moinho na Teutônia, e Augusto também desejava se dedicar ao mesmo ramo.
Assim solicitou ao Barão voa Kahlden um lote colonial na Picada Morro Pelado.
Sua terra atravessava o Arroio Grande e como não existia uma queda d'água teve que utilizar cavalos para mover a roda que moia os grãos.
Augusto havia chegado a colônia em primeiro de novembro de 1857, juntamente com sua esposa Carolina Pötter, com apenas 27 anos de idade e seu filho Francisco com 7 anos e uma filhinha recém nascida. Augusto contava com 31 anos quando chegou ao Brasil.
Em Sorenbohn havia aprendido a construir moinhos com seu pai que permaneceu na Pomerânia e passou a se dedicar à atividade.
Augusto casou novamente com na Colônia Santo Ângelo com Sophia Gehrke, natural de Lubow, Neustettin, Pomerânia.