Die Kolonie Santo Ângelo Zeitung
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Autor: William Werlang
Locução: Janice Hermes
O Jornal da Colônia Santo Ângelo
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Áudio 0021
   A entrada nos lotes colonias na Linha Morro Pelado (II)

    O Barão começou a distribuição pelo lote número 2, entregue a Wilhelm Wilke com a esposa e filhos e designou uma área de 72,6 hectares. A família deveria iniciar o trabalho imediatamente.

    Numa manhã de verão, mas cheia de serração, prosseguiram juntos para o lote 3 e que foi entregue a Hermann Raatz, "Brummer" que havia lutado ao lado de Kahlden na Europa.

    Cheios de esperanças num futuro, os outros seguiam a caravana para o lote 4, entregue a Otto Röpke e o 5 ao irmão Frederico Röpke. João Graffunder, que trouxe dinheiro de Tempelburg, região de Neustettin, com a venda de sua casa, pode comprar 2 lotes coloniais.
    Léo Fenner, o último do grupo do dia, ficou no 8 e ainda faltavam outros que não receberam terras. O lote era estreito e tinha 220 metros de boca (largura) e 4.400 metros de comprimento, e em uma extremidade da parcela de terra passava a picada, via fundamental para as comunicações futuras.

    No mesmo instante em que chegaram, começaram a roçar para instalar a cabana que serviria de abrigo futuro. O Barão no final do dia retornou para a cabana no Cerro Chato onde residia.

    A criança havia falecido na parte da tarde sem assistência alguma. Apenas mais um dia entre tantas tragédias desse povo sofrido.

    Em 31 de janeiro de 1858 chegou um segundo grupo composto por Luiz Berger, Luiz Schwartz, Frederico Treptow. Luiz Berger uma antigo guerreiro nas batalhas do Holstein, havia trabalhado nas lavouras de trigo de Schweidnitz, antiga fortaleza militar na Silésia, antes de engajar nas guerras da Prússia contra a Dinamarca. Perderam e foram deportados para o Brasil em 1851, ficando conhecidos como "Brummer".
In Hoc Signo Vinces!
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