Die Kolonie Santo Ângelo Zeitung
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Autor: William Werlang
Locução: Janice Hermes
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      Lubow, Pomerânia (IV)

    Em 1845 Carlos Kratzke contava com 45 anos de idade. Seu pai havia trabalhado na terra do poderoso Junker sendo um dos homens mais bem quistos dos latifundiários. Kratzke ficava encarregado de cultivar batatas e de cuidar dos animais de estimação de seu senhor.

    Quando esta onda avassaladora atingiu a região, Kratzke e sua esposa Henriqueta Thom permaneceram imperturbáveis em sua casinha modesta, mas confortável. Em 1841 havia nascido seu primogênito Augusto Kratzke Filho e acreditava que poderia dar um futuro bem melhor indo para o Brasil.
    A família acompanhava com interesse o que se passava na cidade de Lubow e na região de Neustettin Os pastores e as autoridades municipais não sabiam o que fazer com tanta gente fora da terra.  

    Por quase trezentos anos haviam trabalhado e permanecido em Lubow as famílias dos agricultores Stark, Streeck, Habelmann e Otto até a metade do século XIX, quando decidiram mudar de vida e seguirem para a América, pois as condições de vida dos pobres eram extremamente precárias.

    A população de Lubow entre os anos de 1798 a 1867 aumentou de 367 para 761 habitantes. Sua imensa maioria era composta de pequenos camponeses empobrecidos. Segundo e escritor Willy Weyer de Lubow, as famílias se alimentavam basicamente de "sopa de batatas" com gordura. Os pais não dispunham de muito recursos sobrando para comprar roupas ou sapatos e durante o inverno algumas crianças passavam por necessidades.
Fotografia: http://www.zielicke.de/lubow.htm
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